Tentei escrever-te. Depois pensei que talvez não estivesses interessada em ouvir-me.
Todos os dias falo de ti, com ele, com ela, alternados. Estás sempre presente, sempre comigo, carrego-te aos ombros pois a tua dor arde-me na pele.
Podia dizer as saudades que sinto quando penso que não mais poderei falar-te, discutir contigo ou estar (sequer) perto de ti.
Com pés de lã escrevo. Não quero dizer nada que te ofenda. Já chega de gritar na rua, de lavar a loiça suja.
Devo dizer, Dita, que nunca na vida encontrei alguém como tu. Nem voltarei a encontrar.
Todos os dias falo de ti, com ele, com ela, alternados. Estás sempre presente, sempre comigo, carrego-te aos ombros pois a tua dor arde-me na pele.
Podia dizer as saudades que sinto quando penso que não mais poderei falar-te, discutir contigo ou estar (sequer) perto de ti.
Com pés de lã escrevo. Não quero dizer nada que te ofenda. Já chega de gritar na rua, de lavar a loiça suja.
Devo dizer, Dita, que nunca na vida encontrei alguém como tu. Nem voltarei a encontrar.
Perdoa-me pois nos seus braços encontrei a felicidade, os braços que outrora te rodeavam.
4 comentários:
continuas sem pedir desculpas
quando digo q me escondem coisas, não... que o mundo é perfeito.
o problema do mundo é a existência da internet e do facto de toda a gente dizer aquilo que não consegue fazê-lo em pessoa.
quando digo que o problema é o que fazem com outro, não...
mas, ah internet, aquilo que mostras ao mundo não passa dum simples constatar de factos, não dizes nada que não se veja nos olhos de quem falas.
vivam e sejam felizes, mas por favor não ajam com a naturalidade inexistente que tentam demonstrar ao pé de mim, melhor ainda, não hajam de todo.
Ninguém jamais deverá pedir desculpas por ser feliz.
E sim, 'sê feliz'.
nao me peças bênção xD
Não te estouy a pedir benção. Estou sim a tentar apanhar os cacos desta chávena partida que é a nossa amizade. Acho que nunca compreenderei totalmente porque se partiu...
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