Ela acordou naquela manhã a pensar que tudo tinha sido um sonho. Passou a mão pelo seu cabelo e rápido como um relâmpago toda a noite anterior lhe passou defronte dos olhos. “Estás sempre no sítio errado à hora errada, Sofia” pensou. Se ela se tivesse demorado mais a tomar o seu café nunca se teria cruzado com aquela criatura, nunca teria parado para lhe falar, nunca teria passado a noite com ela e nunca se teria apaixonado. O nome dela pulsava-lhe na mente como uma música, ficou no ouvido. Acordes de letras combinados para a formarem a ela, ela que hipnotizara Sofia com os seus lábios cheios e olhos castanhos.
Sofia abriu os olhos e à sua direita viu-o. Amaldiçoou o seu corpo nú por ser masculino e não feminino, por não ter as curvas dela. Não podia suportá-lo subitamente... Levantou-se, saiu com desprezo da cama deles onde tantas noites haviam passado em alegria e amor. Vestiu-se, calçou-se e saiu de casa. Procurava-a para lhe dizer que a amava. Andou e andou, percorreu quilómetros à procura dela, da freak que a tinha deixado assim. Horas passaram e o sol elevava-se no céu. Finalmente, ao longe Sofia avistou-a. Correu para ela apenas para a ver acompanhada. A ele, Sofia também o conhecia e a partir daquele momento odiava. Os lábios daquele homem colavam-se aos da sua musa e apesar de tudo Sofia não conseguia desviar o olhar. Ela tocava-lhe a face num gesto de carinho tão sincero que não podia ser mentira. Tudo tinha sido em vão. Ela nunca amaria Sofia, nunca quereria estar com ela, nunca a desejaria. Sofia virou costas e caminhou lentamente de volta a casa, de volta ao conforto do seu leito onde a seu lado ele repousava. Nunca mais seria a mesma....
Sofia abriu os olhos e à sua direita viu-o. Amaldiçoou o seu corpo nú por ser masculino e não feminino, por não ter as curvas dela. Não podia suportá-lo subitamente... Levantou-se, saiu com desprezo da cama deles onde tantas noites haviam passado em alegria e amor. Vestiu-se, calçou-se e saiu de casa. Procurava-a para lhe dizer que a amava. Andou e andou, percorreu quilómetros à procura dela, da freak que a tinha deixado assim. Horas passaram e o sol elevava-se no céu. Finalmente, ao longe Sofia avistou-a. Correu para ela apenas para a ver acompanhada. A ele, Sofia também o conhecia e a partir daquele momento odiava. Os lábios daquele homem colavam-se aos da sua musa e apesar de tudo Sofia não conseguia desviar o olhar. Ela tocava-lhe a face num gesto de carinho tão sincero que não podia ser mentira. Tudo tinha sido em vão. Ela nunca amaria Sofia, nunca quereria estar com ela, nunca a desejaria. Sofia virou costas e caminhou lentamente de volta a casa, de volta ao conforto do seu leito onde a seu lado ele repousava. Nunca mais seria a mesma....
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